Nasceu em Anápolis, GO, no dia 20 de dezembro de 1938. Filho de Galileu Baptista Arantes e Maria de Lourdes Silva Arantes. Começou sua vida pública na militância estudantil, no Lyceu de Goiânia. Em 1961, foi eleito presidente da UNE, após presidir o DCE da PUC/RJ. O CPC e a UNE-volante foram criados na sua gestão. Foi um dos fundadores da AP, Ação Popular, organização da esquerda juvenil católica. Em 1964 ´´e exilado no Uruguai. Retorna um ano depois e passa a viver clandestinamente no interior de Alagoas, até ser preso novamente em 1968. Com a ajuda de companheiros, consegue fugir e vai para São Paulo, onde ingressa no PcdoB, em 1972. Em 1976, é preso novamente e barbaramente torturado. Neste episódio conhecido por “Chacina da Lapa”, três dirigentes do PcdoB foram brutalmente assassinados. Com a anistia, em 1979, Aldo conquista a liberdade e volta a Goiás. Elege-se deputado federal em 1983 e é autor da lei que legaliza a UNE e cria os Grêmios Livres, em 1985. Na sua passagem pela Câmara Federal, em 1994 e 2001, Aldo Arantes tem sido destaque das esquerdas no plenário, lutando em defesa dos trabalhadores, da juventude, da democracia e da soberania nacional. Obra – Ação Popular da AJUC no PcdoB; Reforma Agrária Já; O FMI e a Nova Dependência Brasileira, em junho de 2002.