Brasigóis Felício Carneiro - Nasceu em Aloândia –GO,  no dia 13 de julho de 1950. Jornalista militante trabalhou no jornal O Popular, onde escreveu a série “Vultos Goianos” (biografia de mais de cem vultos que fizeram a história de Goiás). Publicou 48 livros, entre obras de poesia, conto, crônica, diário, romance e crítica literária. Foi presidente da União Brasileira de Escritores-Seção de Goiás,  ocupa a cadeira 25 da Academia Goiana de Letras. É membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, sendo sócio-correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte. É detentor de dezenas de premiações literárias, em nível regional, nacional e internacional e integra antologias de contos e poesias publicadas no Brasil e em outros países, dentre elas Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos-versão 1975 com a obra “Monólogos da Angústia”; em 1979 com “Hotel do Tempo”. Em 1992 foi premiado na Bolsa de Publicações José Décio Filho com a obra “Árias do Silêncio”.

 

Obras: Sermões do Ateu; Diário de André (censurado e apreendido por ordem do ex-Ministro da Justiça Armando Falcão); Martírio das Horas; Diários de André; Literatura Contemporânea em Goiás; Monólogos da Angústia; Memória da Solidão; Os Navegantes: Goiás dez Anos de Poesia; Escrito no Muro; Hotel do Tempo; A Marca de Caim; Exílio; Luz nas Vísceras; O Rosto da Memória; Árias do Silêncio; O Tempo dos Homens sem Rosto; Viver é Devagar; Eles não Beijam Molhado; Crônicas & Outras Histórias (de O Popular); Meus Gemidos de Jô; Armagedom, a Marcha da Insensatez; O Cristo que não Deu Certo; O Bufão do Povo;  O Balé das Ilusões, A Divina Farsa de Amar; Vozes do Farol. Sua mais recente publicação é a antologia No Barco dos Dias, comemorativa dos seus 30 anos de produção poética.