Edival Lourenço de Oliveira – Nasceu em Iporá-GO, no dia 13 de agosto de 1952. Bacharel em Direito e pós-graduado em Administração de Marketing. Atual presidente da União Brasileira de Escritores-Seção Goiás, ocupa a Cadeira Nº 22 da Academia Goiana de Letras, cujo o patrono é Ricardo Paranhos, é membro da Associação Goiana de Imprensa, Colégio Eleitoral do Prêmio Multicultural Estadão do Jornal O Estado de São Paulo, professor de graduação e especialização em Marketing, funcionário aposentado da Caixa Econômica Federal, durante 08 (oito) anos foi membro do Conselho Estadual de Cultura do Estado de Goiás, no período de 2011/2013 participou da Comissão de Projetos Culturais da Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia e do Conselho Editorial da Editora da PUC-Goiás.  Escreve para diversos veículos, dentre eles Revista Bula, Jornal O Popular, Jornal Opção. Já participou de dezenas de antologias regionais, nacionais e algumas internacionais. Recebeu mais 50 premiações, dentre as quais, o Troféu Tiokô-Versão 2004, como intelectual do ano em Goiás, pela UBE-GO; Bolsa Hugo de Carvalho Ramos-versão 1992 com a obra “A Centopéia de Neon”, (adotado para os vestibulares da UFG e UCG que já se encontra na 5ª edição) e, em 1993 com “Coisa Incoesa”; recebeu o Prêmio Nacional de Romance do Estado do Paraná também com o romance “A Centopéia de Neon”. Em 2008 recebeu a Comenda Jorge Amado, da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro, pelo conjunto da obra; Troféu Marieta Teles conferido pela Academia Goiana de Letras, como melhor cronista do ano; pelo romance “Naqueles Morros depois da chuva”- recebeu os troféus Jaburu e Jabuti - 2012.

 

Obras: Estação do Cio (poemas); Coisa Incoesa (poemas); A Centopéia de Néon (romance, já na 5ª edição); Mundocaia (contos);  As Vias do Voo (poemas);  Os Carapinas do Sri Lanka (minicontos); O Elefante do Cego; Pela Alvorada dos Nirvanas (poemas); Caligrafia das Heras (poemas); Naqueles Morros depois da chuva (romance); Os Enganos do Carbono (14 poemas derramados).