Ando sonhando com Universos paralelos,
Povoados por estranhas alienígenas,
Com teu rosto em corpos amarelos,
Ou teus olhos em traços indígenas!

Por que até hoje povoas meus sonhos,
Seja de olhos fechados ou abertos,
E me acompanham teus olhos risonhos, 
Assombrando meus caminhos desertos?

Por que às vezes te vejo ao meu lado,
Mas quando olho de novo, lá não estás,
Por que insisto em viver no passado,

A reviver aquilo que ficou para trás,
Sonhando com esse amor desesperado,
Que para sempre levou minha paz?